terça-feira, 9 de abril de 2019

Diálogos do moderno

Vanguardas europeias:  No início do século XX, acentuaram-se as disputas políticas entre as nações europeias. Rivalidades locais e a concorrência por matérias-primas e mercados consumidores em outros continentes levaram à Primeira Guerra Mundial, que vitimou quase 20 milhões de pessoas.
Desde o final do século XIX, a arte vinha sendo renovada por experiências estéticas surpreendentes e desconcertantes, que promoviam alterações significativas nos padrões então vigentes.
Em 1907, surgiu o Cubismo, cuja proposta de ruptura radical com os conceitos de proporção e perspectiva exigia um público participativo, comprometido com a tarefa de reconstrução dos sentidos das imagens.
O Futurismo, nascido dois anos depois, valeu-se de uma arte agressiva para provocar público.
O Expressionismo, de 1910 retratou o declínio do mundo burguês, assumindo uma função politicamente combativa. Representava a realidade de maneira deformada.
O Dadaísmo, criado em 1916, usou a falta de significado como crítica radical à sociedade. Propunha a abolição da lógica. Os dadaístas consideravam a arte uma manifestação hipócrita em tempos de guerra.
A última vanguarda, o Surrealismo, surgiu após a Primeira Guerra, em 1924. Valorizavam a arte primitiva e procuraram libertar o indivíduo dos limites da vida prática.

A Literatura: As vanguardas caracterizavam-se pelo confronto com as estéticas tradicionais.

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